quarta-feira, 27 de setembro de 2017

PRIMEIRAS IMPRESSÕES: EU SEMPRE FUI AZUL


Esta é a história de uma pessoa que foi forte demais, por muito tempo aguentou os socos que a vida lhe deu em silêncio, várias pessoas dizem que suicídio é sinal de fraqueza,  mas não é, pensa comigo é difícil segurar nas costas todos os problemas e ficar tentando salvar as pessoas, enquanto isso as pessoas só se afundam mais e isso te detona pessoalmente, foi assim para Paulo, o garoto de apenas 17 anos tinha que superar um problema gigantesco que acontecia frequentemente, seu pai era abusivo, e sua mãe era uma usuária de droga, trocava sexo por droga, muitas das vezes que fazia isso era quando Paulo ainda estava em casa, imagino o nojo e vergonha que ele sentia, um assunto tão delicado que eu no lugar de Paulo me sentiria um lixo e digo que ele até aguentou tempo demais, só não saberíamos que tudo iria ter outro rumo, nem mesmo Paulo imaginava.
O livro fala de suicídio de uma forma realista, de uma forma que quem já passou entende, depressão é uma doença complicada, ela pode ficar  amenizada por um tempo, mas ela sempre vai estar ali contigo e do nada as crises de pânico e depressão podem voltar, do nada tu pode sentir uma vontade tremenda de morrer e quando tu sentir isso se tu não quiser viver, tu não vai viver.
Os problemas que o Paulo passa muita gente passa, mas nem todos temos uma Alice na nossa vida para nos ajudar e nos impedir de cometer suicídio, no começo do livro temos a grande impressão de que Paulo não aguentaria e que realmente aconteceria um suicídio mas as coisas mudaram drasticamente.
Vocês também irão se surpreender assim como eu, quando li o motivo do livro ter este nome, isso tornou o livro único, interessante e completamente realístico, devemos  abrir os olhos para depressão é uma doença grave, e precisamos ajudar quem passa por isso, ajudar mesmo a pessoa não querendo ajuda, isso é ser humano, isso é ter coração, se importar com o próximo, se importar com uma vida.
Tive a honra de ler o livro antes de todos, me senti a pessoa mais honrada do mundo por ler uma obra de tamanha qualidade, não poderia deixar de citar aqui o grande escritor que Lorhan Rocha é,  com este seu segundo livro magnífico que você vai amar assim como eu amei, ele tem uma delicadeza e simplicidade para escrever que te faz ficar encantado, o realismo foi muito bem colocado e sei que este livro irá ganhar o mundo e o mundo irá ficar azul, todos nós iremos ficar azul depois de ler este livro, mergulhe nesta obra comigo, A PRÉ-VENDA COMEÇA EM OUTUBRO e vou trazer para vocês todas as noticias, aguardem ansiosos.
Nunca tinha lido um livro sobre depressão, achava até complicado ler algo sobre e também nunca me senti pronta para falar sobre isto, mas todos nós temos problemas e este livro me ajudou a enfrentar esses problemas, me ensinou a não ser uma Hannah Baker, este livro me ensinou que eu devo ser minha própria Alice Maravilha, eu devo ser a Alice Maravilha na vida de todos que precisam de ajuda.
Queria agradecer ao autor Lorhan por ter nos dado esta obra, a maior riqueza que podemos ter é um livro, fico muito grata e muito feliz porque as pessoas vão poder ler está obra e sentir o mesmo que eu senti, sentir amor, bondade, força e mudar o ponto de vista sobre quem somos e quem queremos ser.
Também queria agradecer a Editora Skull por ter sido tão querida com o Autor, por ter feito uma capa digna de aplausos infinitos, por ter feito um livro magnífico e vender uma obra que tem tudo para ser um Best-Seller, vocês precisam conhecer este livro. Obrigada Skull, Obrigada Lorhan.

Venha ficar azul comigo também!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

A Batalha dos Mortos - Rodrigo de Oliveira #23

Rodrigo de Oliveira estreou com o grande livro "O VALE DOS MORTOS" que todos amamos e ficamos completamente surpreendidos pela tamanha qualidade e história incrível sobre APOCALIPSE ZUMBI que o Autor criou, nasceu em 1976 em São Paulo, Capital. Reside atualmente em São José dos Campos, interior de São Paulo, o nosso querido Autor é casado e tem dois filhos.
Além de ser um Escritor incrível, Rodrigo atua também como Arquiteto de Sistemas Sênior em SP e é certificado como especialista em gerenciamento de Projetos pelo Project Management Institute sediado na Filadélfia/Pensilvânia. Não só é especialista em escrita como também em outras áreas de profissão, Rodrigo é muito querido pelos fãs por ser tão educado e atencioso com todos, você irá se apaixonar não só pela obra mas também pelo ser humano que Rodrigo de Oliveira és.
No livro dois os zumbis acabam ficando em segundo plano, mas isso não significa que os zumbis não existam mais, as pessoas apenas se acustumaram com a atual situação e aprenderam a lidar com eles sem serem mortos e agora acabam enfrentando coisas que talvez possam ser pior que os próprios zumbis em si, os humanos.
Ao longo da jornada e do caminho que a família do Ivan traça, eles acabam encontrando um outro grupo que são formados por ex presidiários, que na verdade não são ex, porque acabaram fugindo quando o mundo era normal, eles fazem as pessoas de escravos e coisas terríveis acontecem com quem é escravo deles, o líder do grupo é completamente perturbado, ao decorrer da história o autor acaba colocando elementos sobrenaturais e isso só torna a história mais única ainda.
Você acaba se assustando e gostando muito das coisas que o autor coloca, se torna surreal e única em questão de apocalipse zumbi, fora que o autor tem um jeito especial de escrever sobre isso e tornar personagens simples tão especiais e marcantes.
O começo do livro se torna completamente eletrizante e isso te fixa de uma forma sobrenatural, apesar do segundo livro não focar muito nos zumbis isso não quer dizer que as pessoas tenham esquecido, só quer dizer que as pessoas conseguiram achar uma forma de lidar e se defender de algo que elas ainda não sabem explicar.
 Com o volume um da série de livros, ficamos surpreendidos pela forma que o vírus se espalhou, deixando quase toda a população transformada, quando tudo começou 2% da população desmaiou e isso deixou todos assustados com oque poderia estar por vir. Agora no segundo livro temos algo muito maior que precisamos vencer e se proteger, os humanos são uma ameaça constante.
Dei uma bela pesquisa e se no segundo livro os zumbis ficaram em segundo plano, no terceiro os zumbis irão voltar com tudo e de uma forma drasticamente grande, o perigo maior será os zumbis e como eles vão conseguir ou não fugir de vários situações de vida ou morte, que na verdade eles tem enfrentado desde o começo.
Oque deixou mais interessante a história é se passar no Brasil e na nossa cultura, a imaginação fica rica e com toda a certeza o autor conseguiu desenvolver muito bem o trama da história, o empoderamento feminino nessa série de livro é incrível, com toda a certeza é um livro que eu indico, as personagens femininas do livro são fortes, guerreiras e decididas, o absinto torna a história única, no volume um, o absinto passa pela terra mas não atinge a terra, só passou próximo e poderia ser visto por todos os humanos sem nenhum perigo.
Oque é genial da parte do autor, é ter criado o livro dele "Elevador 16" e fazer as histórias se cruzarem em algum momento, com o terceiro livro "A Senhora dos Mortos" em alguma parte da história as coisas irão se encontrar e você vai dizer "caramba, porque não li essa série de livros antes", super recomendo está leitura de série de livros pra vocês, é algo viciante e você vai ter um livro favorito em mãos.


NOTA DO RESENHISTA:

"Com toda a certeza a obra do Rodrigo se tornou minha favorita, eu como especialista em zombie e louca por zombie a mais de 7 anos fiquei completamente surpreendida, achei que a história não iria se desenvolver bem, mas Rodrigo conseguiu tornar o apocalipse dele ÚNICO, com toda a certeza é um dos meus escritores favoritos"